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7+Quarteto Trazendo a dissonância no nome, o 7+ Quarteto procura se destacar, em meio à prolífica cena instrumental cearense, passeando por searas variadas, do jazz ao fusion, da bossa ao pop. A banda nasceu com a intenção de um grupo de estudos, permitindo experimentos como a inversão das funções básicas de cada instrumento e diferentes possibilidades para combinar ritmo, melodia e harmonia. Com o amadurecimento do trabalho, o grupo realizou diversas apresentações em Fortaleza e se lançou ao estúdio para a gravação de seu primeiro CD, com composições dos atuais integrantes e de outros músicos que passaram pela formação, como Renno Saraiva e Adriano Oliveira.
Ficha Técnica Bob Mesquita (saxofone) Robson Gomes (teclado) Renato Campos (baixo) Arão Luiz (bateria) | | |
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Quinteto de Sopros Alberto Nepomuceno Iniciou sua trajetória em Fortaleza, em 1998, fundado pelo flautista e professor Heriberto Porto, e é hoje uma das formações mais importantes da música instrumental no Ceará, seguindo a inspiração do grande maestro e compositor cearense, que dá nome ao grupo. Além de levar ao público uma música instrumental de qualidade, o Quinteto de Sopros resgata o uso de instrumentos importantes, como flauta, oboé, clarineta, fagote e trompa.
Ficha Técnica Heriberto Porto (flauta) Ewerton Castro (oboé) Jaderson Teixeira (clarineta) Humberto Apolinário (trompa) Francisco de Souza (fagote) | | |
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Orquestra Filarmônica do Ceará Criada em 1998, quando do retorno do maestro Gladson Carvalho a Fortaleza, após 15 anos residindo na Paraíba, em busca de sua formação profissional. O objetivo era reunir os melhores músicos atuantes no Estado, que sempre estiveram aqui, mas por diversas razões nunca estiveram juntos, impedidos, portanto de realizar o grande sonho de todos cearenses: contar com uma Orquestra Sinfônica ou Filarmônica em nosso Estado.
Ficha Técnica Gladson Carvalho, Cleylton S. Gomes, André de Sousa, Fred Marques, Lucas Marden, Sérgio de Castro, Paulo C. Carmo, Graycc K. S. Fonteles, Ramon L. Barbosa, José I. Saldanha, Giltácio dos Santos, Kcrty Hanslikc, Robson Oliveira, Sávio Freitas, Jean C. Roclrigues, Emerson Pereira, Daniel Pinheiro, Roberto de Oliveira, Marcio Vieira, Djacir V. Carmo, Nicolas A. Moreira, Cícero Feitosa, Saulo Herculano, Thiago Rudrigues, Carlos Raniere, Railson Rocha, Deyse Firmino, José F. Silva, Daniel da S. Barros, Marcelo Bugi, Diego Cavalcante, Ana A. Teixeira, Juliana de O. Aragão, José L. S. Aragão, Bruno P. Sousa, Natália Bezerra, José E. Mondes, Armando Costa, Rafael Cavalcante, Juvêncio A. Linhares, Gutemberg Pereira, Pedro Maranhos, Maisa do Nascimento, Emanuel T. Albuquerque, Fabiane S. Tolos, Elvis S. Brandão, Joaquim S. da Silva Neto. | | |
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Orquestra de Rabecas Cego Oliveira Também representando o Cariri cearense no II Festival BNB da Música Instrumental, a Orquestra de Rabecas Cego Oliveira surgiu em 2002, com alunos da Oficina de Musicalização desenvolvida pelo SESC no Lar Assistencial Francisco de Assis, instituição do bairro do Pirajá, em Juazeiro do Norte-CE. A idéia era contribuir para preservar a rabeca e levá-la a um novo público, mais jovem, dando-lhe uma nova direção, um novo significado, mais camerístico, e mostrando outras possibilidade sonoras e de repertório.
Ficha Técnica Di Freitas (violão, arranjos e regência) Sidália Maria Martins Silva, Juliana da Silva, Cícero Carlos Gomes, Alison Caetano dos Santos, Davidson, Kennedy Férrer Campos Sousa, Simone Martins Silva, Renato Verissimo Gomes, Renato Laurindo, Daniel Cesar de Souza Oliveira, Francisco Wellington Vieira Silva e Cicero Anderson Bernardo (rabecas) José Evânio Soares, Juarez Soares dos Santos e Francisco Veríssimo Gomes (rabeca e pífano) José Isaac da Silva, David Kennedy Férrer Campos Sousa, Wandemberg Caetano dos Santos e Maricelio Santos Silva (percussão) | | |
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Orquestra Rumpilezz Criada por Letieres Leite em 2006, a Orkestra Rumpilezz é um grupo de sopro e percussão, em que tanto as composições como os arranjos são concebidos a partir das claves e dos desenhos rítmicos do universo percussivo baiano. O grupo é formado por cinco músicos de percussão (atabaques, surdos, timbaus, caixa, agogô, pandeiro, caxixi, xequerê) e 12 músicos de sopro (3 trompetes, 3 trombones, 2 saxes alto, 2 saxes tenor, 1 sax barítono e uma tuba).
Ficha Técnica Letieres Leite (composições, arranjos, sax tenor, sax soprano e flauta) Fafá, Gabi Guedes, Emerson, Enio e Jaime Nascimento (percussão) Fernando (tuba) Junior Maceió (sax barítono e flauta) André Becker (sax alto, sax soprano e flauta) Marcelus Leone (sax alto e flauta) Nogueira (sax tenor, sax soprano e flauta) Lauro Araújo (sax tenor) João Teoria, Gilberto Jr. e Guiga Scott (trompete e flugelhorn) Adailson, Vandilson e Gilmar Santos (trombone) | | |
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Henrique Annes e Beto do Bandolim O violonista Henrique Annes recebeu da Universidade Federal de Pernambuco o título de bacharel em Música por notório saber. Estudou violão clássico e tornou-se professor do Conservatório Pernambucano de Música,função que exerce até hoje, conciliando-a com a direção artística do grupo Oficina de Cordas do Recife, fundado em 1987. Foi homenageado em 2002 pela Câmara Municipal do Recife, pelos 42 anos de carreira divulgando Pernambuco e formando jovens talentos na arte da música. Tem diversos discos gravados, tendo registrado a célebre suíte “Retratos”, de Radamés Gnatalli, e a obra de compositores como Zé do Carmo e Antônio Maria, além de participar de inúmeros projetos especiais e apresentações. No II Festival BNB da Música Instrumental, Henrique Annes se apresenta ao lado de Adalberto Cavalcanti da Silva Filho, o Beto do Bandolim, instrumentista e compositor experiente, também egresso do Conservatório Pernambucano. Premiado em diversos festivais de choro e de frevo, participou da gravação de diversos CDs, é também professor de bandolim e cavaquinho, e integra atualmente o Trio Choro Miúdo.
Ficha Técnica Henrique Annes (violão) Beto do Bandolim | | |
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Cláudio Mineiro De volta ao Brasil depois de 14 anos dedicados a estudos e apresentações na Europa, Cláudio Mineiro lançou o CD instrumental autoral “A viagem dos Ritmos”, com a participação de Yuri Popoff (contrabaixo), Marcelo Andrade (saxofone), Mestre Zanza e sua guarda de catopés de Montes Claros - MG (tambores), entre outros músicos. Acreditando na percussão como processo orgânico, que requer ouvido e sensibilidade para o ritmo, Mineiro iniciou-se na música no Conservatório Lorenzo Fernandes, tocando em festas juninas de Zé Pereira, Folia de Reis, Festa de Rio e nos terreiros de umbanda de Montes Claros. Estudou violão clássico, mas optou pela percussão, assumindo o pandeiro como instrumento na família de músicos “chorões”. Eclético, Mineiro também estudou música indiana, tocando tabla com o mestre Balugi Shivastav.
Ficha Técnica Cláudio Mineiro (percussão) Saulo Leoni (piano) Cleber Leoni (baixo) Marcelo Andrade (sopros) | | |
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Ribeirinha de Pau e Corda O Projeto é parte de um outro projeto maior, o Ribeira de Pau e Corda, da cidade de Natal-RN, que tem como objetivo divulgar a música do Brasil, em especial a do Nordeste. O Ribeirinha, como denominação da formação reduzida, desenvolve um trabalho autoral e, em sua maioria, instrumental. A formação desse grupo é de cordas (com guitarra, violão, viola caipira, bandolim, contrabaixo), saxofone, bateria e percussão, reunindo músicos reconhecidos e experientes, inclusive com intensa participação em formações de cunho erudito.
Ficha Técnica Marcelo Tinoco (guitarra e violão) Neemias Lopes (sax e oboé) Jorge Lima (bateria) Paulo Sarkis (baixo) Carlos Peru (percussão) | | |
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Ataualba Meirelles Baixista, compositor e arranjador, Ataualba Meirelles teve sua formação na Universidade Federal da Bahia, nos anos 1980, mesma época em que fundou o grupo instrumental Operanóia. Premiado com diversos Troféus Caymmi durante a década de, como melhor arranjador e compositor, também levou o Prêmio Imprensa em 1989, como melhor arranjo em disco por gravação feita com Marilda Santana. Nos anos 1990, passou a se dedicar mais aos trabalhos de estúdio, incluindo trilhas para cinema, TV e espetáculos de dança. Em 2000, viajou a Luanda, onde passou uma temporada criando trilhas para a TV e rádio de Angola, durante a guerra civil naquele país.
Ficha Técnica Ataualba Meirelles (baixo) Joilson Dias dos Santos (bateria) Danilo Santana (piano) André Becker (sax e flauta) | | |
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Dihelson Mendonça
Emprestando cores eruditas ao II Festival BNB da Música Instrumental, o pianista, arranjador e compositor Dihelson Mendonça apresenta peças de Johann Sebastian Bach e de um de seus grandes seguidores, Frédéric Chopin. Dois grandes gênios que revolucionaram a história da musica: Bach como mestre do cravo e Chopin como mestre do piano romântico. Um universo musical relido pelo talento de Dihelson Mendonça, oriundo da cidade do Crato - CE, região do Cariri, que já dividiu palcos do nomes como Hermeto Pascoal, Gilson Peranzzetta, Mauro Senise, Arismar do Espírito Santo e Toninho Horta, além de grandes instrumentistas cearenses, como Luciano Franco, Carlinhos Patriolino e Márcio Resende.
Ficha Técnica Dihelson Mendonça (piano) | | |
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Nonato Luiz Um dos grandes nomes do violão solo em todo o mundo, Nonato Luiz, cearense de Lavras da Mangabeira, chama atenção tanto pelo estilo próprio no instrumento, quanto pelo esmero de seus arranjos, em que muitas vezes sugere a criação de verdadeiras novas músicas, dentro da música original, descobrindo novas possibilidades rítmicas e harmônicas (sua versão para “Asa Branca” em tom menor, registrada no disco “Baião”, em homenagem a Humberto Teixeira, é apenas um dos exemplos dessa notável habilidade). Sem falar no talento de Nonato como compositor, referendado pela autoria músicas que já nascem clássicas, como “Baião cigano”, “Choro da madeira” e as melodias que receberam letras de diversos parceiros e ganharam registro no CD “Canções”. Nordestino e universal, Nonato já gravou de Luiz Gonzaga a Beatles, passando pelo choro e pelo melhor da música brasileira, que ele não cansa de divulgar também em suas turnês anuais pela Europa. Nonato Luiz é um estilista, com sotaque próprio, deste instrumento eternamente complexo e encantador chamado violão.
Ficha Técnica Nonato Luiz (violão) | | |
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JPSax Formado em 1994 por integrantes do Departamento de Música da UFPB, da Escola de Música da UFRN e da Orquestra Sinfônica da Paraíba, o JPSax tem participado de vários eventos e produziu discos como “JpSax Quarteto”, de 1998 e “Brasil: Um Século de Saxofone” (2001), em que presta homenagens a grandes saxofonistas brasileiros , como Anacleto de Medeiros, Pixinguinha, Severino Araújo, Moacir Santos, Paulo Moura e Nailor Proveta. O grupo ganhou em 2001 o Prêmio Hangar Nordeste de Música Instrumental, de Natal-RN, e em março de 2005 foi o grupo instrumental homenageado no XV MPB SESC-PB.
Ficha Técnica João Leite Ferreira (sax soprano) José de Arimatéia F. Veríssimo (sax alto e clarinete) Rivaldo de Araújo Dias (sax tenor) Heleno Feitosa Costa Filho (sax barítono e flauta) Xisto Medeiros de Sousa (contrabaixo) Hélio Giovanni Medeiros da Silva (teclados) Gledson Meira (bateria) | | |
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Nélio Costa Iniciou sua trajetória musical aos 13 anos, tocando bandolim no Clube do Chorinho. Cursando licenciatura em Música na Universidade Estadual do Ceará, tornou-se profissional, trocando o bandolim pelo baixo e integrando a Banda Officina, grupo que marcou a cena da música instrumental em Fortaleza nos anos 1980. Em 1990, mudou-se para Colônia, Alemanha, para aprimorar os estudos. Lá se graduou em Pedagogia Musical (baixo elétrico e guitarra, nas áreas de jazz e música pop, em 1996), e trabalhou com diversos grupos e estilos musicais.
Ficha Técnica Nélio Costa (baixo e arranjos) Lu de Souza (guitarra) Bob Mesquita (sax) Rômulo (trombone) Luiz Carlos (trompete) Denílson Lopes (bateria) | | |
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Ítalo & Renno Os jovens multiinstrumentistas cearenses Ítalo Almeida e Renno Saraiva são dois legítimos representantes da nova geração de músicos que tecem um novo painel para a arte musical do Brasil. Acordeonistas, arranjadores, intérpretes e compositores de mão cheia, ambos têm trajetórias marcadas por algumas semelhanças: o início na música antes dos 10 anos de idade, tendo o piano por anfitrião, a descoberta do acordeom, os muitos elogios recebidos de intérpretes e colegas instrumentistas, e a experiência de integrar a banda de um dos mais consagrados nomes da música brasileira, o cantor e compositor Raimundo Fagner. Enfim, o desejo de tecer um caminho próprio, privilegiando o acordeom, um dos instrumentos mais belos e completos, em todo o seu potencial.
Ficha Técnica Ítalo Almeida (acordeom) Renno Saraiva (acordeom) Miquéias dos Santos (baixo) Neo dos Santos (bateria) | | |
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Quinteto Brassiliando Formado em agosto de 2003 a partir da escolha dos melhores alunos das bandas de música da cidade de Sousa–PB, o Quinteto Brassiliando tem como proposta a pesquisa e o estudo da música instrumental em seus mais variados gêneros (clássico, pop, regional, jazz, rock etc.), tendo como foco o resgate da música popular brasileira. O próprio nome do Quinteto traduz sua proposta de lidar com a música – “Brass” faz referência aos metais. Dessa multiplicidade de sons, com o sotaque musical bem característico da mistura brasileira, o Brassiliando preparou o repertório do show “Tocar Você”, passeando por obras de Gilberto Gil, Luís Bonfá, Pixinguinha, Baden Powell, Villa-Lobos e dos Beatles.
Ficha Técnica Jorge Henrique e Thiago Silva (trompetes) Jeferson (flugelhorns) Felipe Silva (trombone tenor) Hudson Silva (tuba ¾) Salim (bateria) | | |
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Marquinhos do Sax Marco Aurélio Gonçalves, o Marquinhos do Sax, é mais um representante da região do Cariri cearense no II Festival BNB da Música Instrumental. Natural de Petrópolis-RJ, começou precocemente a trilhar o caminho da música, iniciando-se aos oito anos de idade. Cursou Graduação em Música na Faculdade Villa-Lobos, no Rio de Janeiro, além de ter cursos de especialização em técnicas de improviso e harmonia funcional na Universidade Berklee, nos Estados Unidos. Também teve oportunidade de dividir o palco com grandes nomes da música brasileira, como Dominguinhos, Paulo Diniz e Zé Ramalho. Atualmente residindo no Cariri cearense, onde tem tocado com reconhecidos instrumentistas locais, Marquinhos trabalha o lançamento de seus novos CD e DVD, gravados ao vivo, registrando o show intitulado “Pra Você”, em que apresenta músicas de Tom Jobim e clássicos da vertente mais tradicional do jazz, que não poderiam faltar no repertório de um grande saxofonista.
Finha Técnica Marquinhos do Sax Ibbertson Nobre (piano elétrico) João Neto (baixo) Demontier Delamone (bateria) | | |
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Luciano Magno Natural de Paulo Afonso-BA, Luciano Magno vem de família musical e começou a tocar aos 13 anos em trios elétricos da região, tendo como referências inevitáveis os guitarristas Armandinho e Pepeu Gomes. Aos 15 anos foi estudar no Recife-PE e começou a se preparar para o curso de Engenharia Civil. Mas a arte falou mais alto e ele ingressou no Conservatório Pernambucano, e, a partir daí, seguiu na música. Em Recife, Luciano pôde ter um contato mais intenso com os ritmos populares da cultura nordestina. Tocou com nomes como Alceu Valença, Dominguinhos e Hermeto Pascoal e se apresentou em festivais europeus, ao lado de Elba Ramalho e Naná Vasconcelos, entre outros. Participou do Montreux Jazz Festival, na Suíça, de 1999 a 2001.
Ficha Técnica Luciano Magno (guitarras e violões) J. Fernando Barreto (baixo) Fábio Valois (teclado) Adeiton Pereira da Silva (bateria) | | |
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Luciano Brayner Cantor, compositor, arranjador e instrumentista, radicado desde 2003 em Juazeiro do Norte-CE, Luciano Brayner apresenta em seu trabalho uma multiplicidade de influências assimiladas em mais de 10 anos de atividade musical. Trafegando entre a tradição e a contemporaneidade, sua música se situa em uma zona de fronteira, um universo de conciliação entre o novo e o antigo, tão presente na efervescente cultura nordestina. Suas composições trazem esta marca: um olhar que assimila o mundo e um sentimento nordestino, brasileiro, que se intensifica e se enraíza. Sentimento encontrado nos dolentes aboios dos vaqueiros, nos toques endiabrados das gaitas e pifes dos caboclos ou na síncope afro-brasileira dos sambas, frevos e maracatus.
Ficha Técnica Luciano Brayner (pífano) Ibbertson Nobre (piano elétrico) João Neto (baixo) Saul Brito (bateria) | | |
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Treminhão Surgiu em 2003, em Recife, da necessidade de seus integrantes formarem um trabalho próprio que viesse unir, de forma autêntica, as várias influências musicais, que vão do erudito ao popular, vivenciadas ao longo de suas formações. O trio traz um som marcado pelo improviso jazzístico e incrementado pelos elementos da musica regional pernambucana, criando, a partir dessa leitura, uma identidade sonora que tem cativado platéias e aglutinado apreciadores. A banda sobe ao palco alimentando todas as possíveis formas de musicalidade, exprimindo a cada acorde a harmonia entre a densidade e a leveza nos movimentos de ida e vinda da sonoridade da música que transita entre o local e o universal.
Ficha Técnica Breno Lira (guitarra e violão) Marcos Mendes (baixo) Ricardo Fraga (bateria) | | |
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Banda Cabaçal São Sebastião Os paraibanos da Banda Cabaçal São Sebastião, formada em 1970 por agricultores do sítio Antas, da cidade de São José das Piranhas, mostram criatividade desde a confecção de seus instrumentos, utilizando pífanos feitos de PVC e zabumbas e caixas feitos de tronco de pitombeira, amarrados por cipó e cobertos com couro de bode. Com inspiração nos benditos das tradicionais festas religiosas (novenas, trezenas, procissões e pagamentos de promessas), imitam os animais da Caatinga (como o caboré e o sabiá) e entremeiam suas músicas contando “causos” da cultura popular. Como fazem todos os anos, nas festas religiosas de São Sebastião, São José, São João Batista e em eventos culturais na Paraíba e outros estados.
Ficha Técnica Damião Sebastião e Antônio Matos (pífanos) José Barbosa (zabumba) Francisco Rafael (caixa) | | |
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Banjob A Banda de Música João Bosco Gadelha de Oliveira - BANJOB existe desde 2002, como resultado de um projeto de apoio às bandas de música desenvolvido pela Funarte. Sob orientação do maestro Espedito Lopes, os jovens adolescentes da Banjob, espontaneamente, resolveram aprofundar-se na música instrumental, recebendo o apoio da Prefeitura Municipal de São Francisco–PB. A BANJOB tem como proposta a pesquisa e estudo da música instrumental em seus mais variados gêneros, incluindo o tradicional dobrado, característico das bandas de música.
Ficha técnica Espedito Lopes (regência) José Carlos, Alex Silva, Françueldo, Jorge Henrique, Jéferson e Thiago Silva (trompetes) Wêgla Gomes, George Lacerda, João Xavier e Felipe Silva (trombones) George Xavier e Rafael (clarinetes) Jakson Xavier (sax alto) Feliz (sax tenor) Hudson Silva e Enaldo (tuba) Francisco Rogério, Francisco Ronaldo, Hudso Gonçalo, Francenildo Pereira, Romero, Eduardo Martins, Luciana e Wellington (percussão) | | |
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João Nicodemos “Descobri na viola um veículo para expressar meu sentimento de brasilidade”. Assim João Nicodemos, artista da culturalmente efervescente região do Cariri cearense, sintetiza sua musicalidade expressa por meio de uma forma peculiar de tocar a viola. Multiinstrumentista e professor, Nicodemos toca e ensina violão, cavaquinho, flauta doce, flauta transversa, rabeca, viola de dez cordas, guitarra, contrabaixo e saxofone. Como compositor, está preparando seu CD “Viola e violeiro”. Gosta de viajar Brasil afora difundindo a cultura popular, com destaque para sua “viola inxirida”, uma viola com afinação goiano-mineira, cuja execução mescla técnicas de violão e viola, resultando numa sonoridade diferenciada.
Ficha Técnica João Nicodemos (viola) | | |
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