Esta página está adaptada para acessibilidade e leitores de tela.Atalho para acessar diretamente o conteúdo da página, ou digite ALT+3.Atalho para acessar diretamente o menu lateral da página, ou digite ALT+2.Atalho para acessar diretamente o cabeçalho da página, ou digite ALT+1.Início do Cabeçalho da página.
Logomarca do Ministério da Fazenda. Link para o Portal do Ministério da Fazenda.  
Imagem com a Logomarca do BNB. Retorna para a página inicial.  
Link para Sala de Imprensa.Link para Licitações.Link de acesso ao Nordeste Eletrônico.Link para o Mapa do Portal.Link para Canais de Atendimento. Publicações do BNB.
Faça Bons Negócios... Link para abrir sua conta.Link para cadastro de conta.Link para informações de carta consulta.
Link com negócios para você. Link com negócios para sua empresa. Link com negócios governamentais.
Foto ilustrativa: fachada de um prédio histórico.   O Banco. Link com informações sobre o Banco do Nordeste.Link para Produtos e Serviços. Conheça nossa cartela de produtos e serviços.Link para Investir no Nordeste. Conheça as melhores oportunidades para investir na Região.Link para Ações de Desenvolvimento. O BNB planejando o Nordeste.Link com informações sobre o Nordeste.Cultura. Veja como o BNB contribui com a cultura Nordestina.
Nordeste Notícias. Acesse aqui as notícias diárias do BNB.
Busca: botão de envio de formulário de Busca Busca Avançada  Fim do Cabeçalho da página.
Link para voltar a página anterior.
Início do menu lateral de navegação.
Botão Centro Cultural Fortaleza. Veja as opções.
Apresentação
Espaço Físico
Programas
Agenda
Biblioteca
Fale Conosco
Botão Centro Cultural Cariri. Veja as opções.
Botão Centro Cultural Sousa. Veja as opções.
Produçoes Culturais
Botão Programa BNB de Cultura. Veja as opções.
Botão Programa Cultura na rede.
Fim do menu lateral de navegação.
 
 
II Festival BNB das Música Instrumental
 
Foto Adelson Viana

Adelson Viana
Um dos mais queridos e respeitados instrumentistas, arranjadores e produtores musicais da cena cearense, Adelson Viana soma as características de legítimo herdeiro da musicalidade nordestina de nomes como Gonzagão, Dominguinhos e Sivuca, na destreza com que corre os dedos por teclas e baixos de seu acordeom, às virtudes de um músico completo, que trafega ao piano muito à vontade pelo jazz, choro,  samba e bossa.

Ficha Técnica
Adelson Viana (sanfona e teclados)
Luciano Franco (baixo)
Tarcísio Sardinha (violão)
Márcio Resende (flauta)
Luizinho Duarte (bateria)
Nazareno Brasileiro (percussão)


Foto Creole Jazz Band

Creole Jazz Band
Formada em 2006 por integrantes do primeiro time de instrumentistas da cena de Fortaleza, que já haviam tocado entre si diversas vezes, mas só mais recentemente consolidaram essa formação, a Creole Jazz Band busca apresentar um jazz pulsante, quase dançante, primando pela alegria e pela descontração. Embora o jazz tradicional seja o foco principal, o repertório é abrangente e cheio de possibilidades.

Ficha Técnica
Adriano Azevedo (bateria)
Nélio Costa (contrabaixo)
Édson Távora Filho (teclado)
Ellis Mário (sax tenor e barítono)
Márcio Resende (sax tenor, sax soprano e flauta)
Rômulo (trombone de vara)


Foto Metalira Big Band

Metalira Big Band
Capitaneada por Luizinho Duarte e Carlinhos Ferreira, dois aplaudidos veteranos da música cearense, a Metalira Big Band vem desenvolvendo, com apoio do edital do Programa BNB de Cultura, um trabalho de qualificação profissional de músicos de sopros, guitarra, baixo e teclado.  O projeto contempla aperfeiçoamento musical em prática de conjunto e criação musical (improvisação e encomendas de arranjos inéditos para o grupo).

Ficha Técnica
Artur Bezerra de Queiroz e Edson José Santana (trompetes)
Rômulo Santiago Félix e Clenilson Silva Pinto (trombones)
Marcio Resende, Antonio Carlos F. Lima, Antonio L. C.
Filho, Helano Pedreira e Thiago Rocha (saxofones)
Carlinhos Ferreira (clarinete)
Heriberto Porto (flauta)
Stênio Gonçalves (guitarra)
Édson Távora Filho (piano)
Miquéias dos Santos (baixo)
Luizinho Duarte (bateria)


Foto Jacarandá

Jacarandá
Formado em 2004, o grupo de música instrumental Jacarandá é mais um representante da movimentada cena instrumental de Salvador, que resiste às dificuldades de manutenção de outros trabalhos musicais em uma cidade de estruturas voltadas à música de massa. O Jacarandá finalizou no início deste ano a gravação do seu primeiro CD, trabalho que reflete a característica do grupo de valorizar os ritmos brasileiros nas suas composições.  Trabalho que já rendeu frutos, como o prêmio de melhor arranjo para a música “Coringa”, de Daniel Velloso, no III Festival de Música da Educadora FM.

Ficha Técnica
Tércio Danilo Souto Guimarães (saxofones)
Antônio Duarte Oliveira Veloso (guitarra e violão)
Joberson Macedo Batista (teclado)
Alexandre da Silva Montenegro (baixo)
Robinson da Cunha Teixeira (bateria)


Foto Candeeiro Jazz

Candeeiro Jazz
Formado em 2002 por três reconhecidos representantes da cena musical potiguar, o Candeeiro Jazz vem recebendo aplausos pelo trabalho desenvolvido unindo o virtuosismo de seus integrantes, aplicado à música instrumental, e as raízes da música nordestina, em uma mistura de influências e tendências sem fronteiras. A banda nasceu da amizade entre o baixista Sérgio Groove, o acordeonista Zé Hilton e o guitarrista Jubileu Filho. A proposta inicial era simular um trio de forró tradicional, usando no lugar do zabumba o baixo, e no lugar do triângulo a guitarra e a viola de 12 cordas.

Ficha Técnica
Jubileu Filho (guitarra e viola de 12 cordas)
Sérgio Groove (baixo)
Zé Hilton (acordeom)


Foto Artur Menezes

Artur Menezes & Os Caras
O jovem guitarrista Artur Menezes já acumula uma boa estrada na música, tendo integrado bandas da cena blueseira cearense, como De Blues em Quando, Blues Label e Zeppelin Blues. Como bom amante do blues, foi ter em Chicago com alguns dos grandes nomes do gênero, em uma temporada de três meses dedicados a muito estudo e trocas de experiências.

Ficha Técnica
Artur Menezes (guitarra)
Lucas Ribeiro (baixo)
Wladimir Catunda (bateria)


Foto Caninga Trio

Caninga Trio
Foi formado em março de 2006 por três professores da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com a idéia de reforçar que, apesar das conhecidas dificuldades, desenvolver um trabalho instrumental de qualidade é uma questão de persistência e perseverança. Heleno Costa Filho, o Costinha, é professor de saxofone e fagote. Manoca Barreto ensina guitarra elétrica e harmonia funcional. Já Mário Cavalcanti, o Júnior Primata, é professor de baixo elétrico e prática de conjunto.

Ficha Técnica
Heleno Costa (sax e fagote)
Manoca Barreto (guitarra)
Júnior Primata (baixo)


Foto Marcelo Justa

Marcelo Justa
O guitarrista cearense Marcelo Justa iniciou seus estudos musicais aos 13 anos, tendo como mestre ninguém menos que o consagrado violonista Nonato Luiz. Passou pelo Conservatório de Música Alberto Nepomuceno e, tendo como principais influências o jazz e o blues, desenvolveu um trabalho autoral, mudando-se no final dos anos 1980 para o Rio de Janeiro, onde residiu por cinco anos divulgando a sua música. De volta a Fortaleza, Marcelo Justa passou a atuar profissionalmente em 1992, trabalhando em várias casas noturnas da cidade e participando de vários projetos e eventos.

Ficha Técnica
Marcelo Justa (guitarra)
Gerardo Gondim (baixo)
Ellis Mário (saxofone)
Tiago Mendonça (piano e órgão) 
Armando Gaspar (bateria)


Foto 7+Quarteto

7+Quarteto
Trazendo a dissonância no nome, o 7+ Quarteto procura se destacar, em meio à prolífica cena instrumental cearense, passeando por searas variadas, do jazz ao fusion, da bossa ao pop. A banda nasceu com a intenção de um grupo de estudos, permitindo experimentos como a inversão das funções básicas de cada instrumento e diferentes possibilidades para combinar ritmo, melodia e harmonia. Com o amadurecimento do trabalho, o grupo realizou diversas apresentações em Fortaleza e se lançou ao estúdio para a gravação de seu primeiro CD, com composições dos atuais integrantes e de outros músicos que passaram pela formação, como Renno Saraiva e Adriano Oliveira.

Ficha Técnica
Bob Mesquita (saxofone)
Robson Gomes (teclado)
Renato Campos (baixo)
Arão Luiz (bateria)


Foto Quinteto Alberto Nepomuceno

Quinteto de Sopros Alberto Nepomuceno
Iniciou sua trajetória em Fortaleza, em 1998, fundado pelo flautista e professor Heriberto Porto, e é hoje uma das formações mais importantes da música instrumental no Ceará, seguindo a inspiração do grande maestro e compositor cearense, que dá nome ao grupo. Além de levar ao público uma música instrumental de qualidade, o Quinteto de Sopros resgata o uso de instrumentos importantes, como flauta, oboé, clarineta, fagote e trompa.

Ficha Técnica
Heriberto Porto (flauta)
Ewerton Castro (oboé)
Jaderson Teixeira (clarineta)
Humberto Apolinário (trompa)
Francisco de Souza (fagote)


Foto Big Band Showkaze

Big Band Showkaze
Formada em abril de 1998 pelo maestro Gladson Carvalho, também criador da Orquestra Filarmônica do Ceará, a Big Band Showkaze faz parte dos cinco subgrupos que compõem e mantêm aquela que Gladson gosta de destacar como “a primeira e única Orquestra Filarmônica em nosso Estado”. Além da Big Band, há o Quarteto de Cordas Amadeus, Quinteto de Cordas Alberto Nepomuceno, Camerata Vivaldi  e Quinteto de Sopros Ravel.

Ficha Técnica
Fred Marques e Thiago Burity (sax alto)
Lucas Marden e Cleilson Rodrigues (sax tenor)
Jean Carlos e Emerson Pereira (trompetes)
Roberto de Oliveira e Márcio Vieira (trombones)
Rafael Cavalcante (teclado)
Daniel Tahim (baixo elétrico)
Saulo Herculano (bateria)
Cícero Feitosa (percussão)


Foto Orquestra Filarmônica do Ceará

Orquestra Filarmônica do Ceará
Criada em 1998, quando do retorno do maestro Gladson Carvalho a Fortaleza, após 15 anos residindo na Paraíba, em busca de sua formação profissional. O objetivo era reunir os melhores músicos atuantes no Estado, que sempre estiveram aqui, mas por diversas razões nunca estiveram juntos, impedidos, portanto de realizar o grande sonho de todos cearenses: contar com uma Orquestra Sinfônica ou Filarmônica em nosso Estado.

Ficha Técnica
Gladson Carvalho, Cleylton S. Gomes, André de Sousa, Fred Marques, Lucas Marden, Sérgio de Castro,  Paulo C. Carmo,  Graycc K. S. Fonteles, Ramon L. Barbosa, José I. Saldanha, Giltácio dos Santos, Kcrty Hanslikc, Robson Oliveira, Sávio Freitas, Jean C. Roclrigues, Emerson Pereira, Daniel Pinheiro, Roberto de Oliveira, Marcio Vieira, Djacir V. Carmo, Nicolas A. Moreira, Cícero Feitosa, Saulo Herculano, Thiago Rudrigues, Carlos Raniere,  Railson Rocha, Deyse Firmino, José F. Silva, Daniel da S. Barros, Marcelo Bugi, Diego Cavalcante,  Ana A. Teixeira, Juliana de O. Aragão, José L. S. Aragão, Bruno P.  Sousa, Natália Bezerra, José E. Mondes, Armando Costa, Rafael Cavalcante, Juvêncio A. Linhares,  Gutemberg Pereira, Pedro Maranhos, Maisa do Nascimento, Emanuel T. Albuquerque, Fabiane S. Tolos, Elvis S. Brandão, Joaquim S. da Silva Neto.


Foto Orquestra de Rabecas Cego Oliveira

Orquestra de Rabecas Cego Oliveira
Também representando o Cariri cearense no II Festival BNB da Música Instrumental, a Orquestra de Rabecas Cego Oliveira surgiu em 2002, com alunos da Oficina de Musicalização desenvolvida pelo SESC no Lar Assistencial Francisco de Assis, instituição do bairro do Pirajá, em Juazeiro do Norte-CE. A idéia era contribuir para preservar a rabeca e levá-la a um novo público, mais jovem, dando-lhe uma nova direção, um novo significado, mais camerístico, e mostrando outras possibilidade sonoras e de repertório.

Ficha Técnica
Di Freitas (violão, arranjos e regência)
Sidália Maria Martins Silva, Juliana da Silva, Cícero Carlos Gomes, Alison Caetano dos Santos, Davidson, Kennedy Férrer Campos Sousa, Simone Martins Silva, Renato Verissimo Gomes, Renato Laurindo, Daniel Cesar de Souza Oliveira, Francisco Wellington Vieira Silva e Cicero Anderson Bernardo (rabecas)
José Evânio Soares, Juarez Soares dos Santos e Francisco Veríssimo Gomes (rabeca e pífano)
José Isaac da Silva, David Kennedy Férrer Campos Sousa, Wandemberg Caetano dos Santos e Maricelio Santos Silva (percussão)


Foto Luizão Paiva Quinteto

Luizão Paiva Quinteto
Formado no Berklee College of Music, em Boston, EUA, o piauiense Luizão Paiva retorna ao Festival BNB da Música Instrumental, depois de participar da primeira edição no aplaudido trio de “Luizes”, ao lado do batera Luizinho Duarte e do baixista Luiz Alves. Atualmente produzindo seu terceiro CD, uma homenagem a lendas como Hermeto Pascoal, Dave Brubeck e Juan Miró a se intitular “No Princípio Era o Ritmo”.

Ficha Técnica
Luizão Paiva (piano)
André Pereira (violão e guitarra)
Roberto Barros (baixo elétrico)
Enaldo Junior (flauta)
Bebeto Filho (bateria)


Foto Metal & Cia

Metal & Cia
É um grupo instrumental criado na Escola de Música do Maranhão, há dez anos. Capitaneado pelo maestro e trompetista Tom Sales, utiliza a linguagem universal do jazz para expressar motivos regionais. Misturando ritmos e ousando nas harmonias, o grupo se caracteriza  pelo uso constante  de compassos alternados e elementos típicos da musica maranhense - como “Tambor de Mina” e “Tribo de Índio” - sem  esquecer  o bolero e a bossa nova.

Ficha Técnica
Antônio Francisco de Sales Padilha (trompete)
Daniel Ferreira Santos (sax tenor e soprano)
Norlan Aragão Lima (guitarra)
Mauro Sérgio Marinho Silva (violão)
Diórgenes Terciano Torres (baixo)
Jânio de Jesus Padilha (bateria)
Darklywson Rômulo Brandão Pereira (percussão)


Foto Trombone & Cia

Trombone & Cia
O Grupo de Choro Trombone & Cia. está intimamente ligado ao Clube do Choro de Teresina, que funciona no Espaço Cultural Trilhos, da Prefeitura de Teresina. Nas noites de quinta-feira, o espaço conta com um público cativo, valorizando o talento dos artistas locais com suas composições e interpretações. Criado em 2003, com nove componentes liderados pelo músico Vando Barbosa, o grupo tem contribuído substancialmente para a divulgação do gênero Chorinho em eventos culturais e sociais.

Ficha Técnica
Vando (trombone e flauta doce)
Colombo (bandolim e violão)
Beto (cavaco)
Ranniel (saxofone)
Tuca Maia (baixo)
Emyllia Santos (saxofone)
Melk (clarinete)
Robet Gleydson (pandeiro)
Alexandre (bateria)
Macel Régis (violão e cavaco)
Sansão e Irineuda (bailarinos)


Orquestra Rumpilezz

Orquestra Rumpilezz
Criada por Letieres Leite em 2006, a Orkestra Rumpilezz é um grupo de sopro e percussão, em que tanto as composições como os arranjos são concebidos a partir das claves e dos desenhos rítmicos do universo percussivo baiano. O grupo é formado por cinco músicos de percussão (atabaques, surdos, timbaus, caixa, agogô, pandeiro, caxixi, xequerê) e 12 músicos de sopro (3 trompetes, 3 trombones, 2 saxes alto, 2 saxes tenor, 1 sax barítono e uma tuba).

Ficha Técnica
Letieres Leite (composições, arranjos, sax tenor, sax soprano e flauta)
Fafá, Gabi Guedes, Emerson, Enio e Jaime Nascimento (percussão)
Fernando (tuba) 
Junior Maceió (sax barítono e flauta)
André Becker (sax alto, sax soprano e flauta)
Marcelus Leone (sax alto e flauta)
Nogueira (sax tenor, sax soprano e flauta)
Lauro Araújo (sax tenor)
João Teoria, Gilberto Jr. e Guiga Scott (trompete e flugelhorn)
Adailson, Vandilson e  Gilmar Santos (trombone)


Foto Henrique Annes
&
Foto Beto do Bandolim

Henrique Annes e Beto do Bandolim
O violonista Henrique Annes recebeu da Universidade Federal de Pernambuco o título de bacharel em Música por notório saber. Estudou violão clássico e tornou-se professor do Conservatório Pernambucano de Música,função que exerce até hoje, conciliando-a com a direção artística do grupo Oficina de Cordas do Recife, fundado em 1987. Foi homenageado em 2002 pela Câmara Municipal do Recife, pelos 42 anos de carreira divulgando Pernambuco e formando jovens talentos na arte da música. Tem diversos discos gravados, tendo registrado a célebre suíte “Retratos”, de Radamés Gnatalli, e a obra de compositores como Zé do Carmo e Antônio Maria, além de participar de inúmeros projetos especiais e apresentações. No II Festival BNB da Música Instrumental, Henrique Annes se apresenta ao lado de Adalberto Cavalcanti da Silva Filho, o Beto do Bandolim, instrumentista e compositor experiente, também egresso do Conservatório Pernambucano. Premiado em diversos festivais de choro e de frevo, participou da gravação de diversos CDs, é também professor de bandolim e cavaquinho, e integra atualmente o Trio Choro Miúdo.

Ficha Técnica
Henrique Annes (violão)
Beto do Bandolim


Foto Cláudio Mineiro

Cláudio Mineiro
De volta ao Brasil depois de 14 anos dedicados a estudos e apresentações na Europa, Cláudio Mineiro lançou o CD instrumental autoral “A viagem dos Ritmos”, com a participação de Yuri Popoff (contrabaixo), Marcelo Andrade (saxofone), Mestre Zanza e sua guarda de catopés de Montes Claros - MG (tambores), entre outros músicos. Acreditando na percussão como processo orgânico, que requer ouvido e sensibilidade para o ritmo, Mineiro iniciou-se na música no Conservatório Lorenzo Fernandes, tocando em festas juninas de Zé Pereira, Folia de Reis, Festa de Rio e nos terreiros de umbanda de Montes Claros. Estudou violão clássico, mas optou pela percussão, assumindo o pandeiro como instrumento na família de músicos “chorões”. Eclético, Mineiro também estudou música indiana, tocando tabla com o mestre Balugi Shivastav. 

Ficha Técnica
Cláudio Mineiro (percussão)
Saulo Leoni (piano)
Cleber Leoni (baixo)
Marcelo Andrade (sopros)


Foto Ribeirinhas de Pau e Corda

Ribeirinha de Pau e Corda
O Projeto é parte de um outro projeto maior, o Ribeira de Pau e Corda, da cidade de Natal-RN, que tem como objetivo divulgar a música do Brasil, em especial a do Nordeste. O Ribeirinha, como denominação da formação reduzida, desenvolve um trabalho autoral e, em sua maioria, instrumental. A formação desse grupo é de cordas (com guitarra, violão, viola caipira, bandolim, contrabaixo), saxofone, bateria e percussão, reunindo músicos reconhecidos e experientes, inclusive com intensa participação em formações de cunho erudito.

Ficha Técnica
Marcelo Tinoco (guitarra e violão)
Neemias Lopes (sax e oboé)
Jorge Lima (bateria)
Paulo Sarkis (baixo)
Carlos Peru (percussão)


Foto Ataualba Meirelles

Ataualba Meirelles
Baixista, compositor e arranjador, Ataualba Meirelles teve sua formação na Universidade Federal da Bahia, nos anos 1980, mesma época em que fundou o grupo instrumental Operanóia. Premiado com diversos Troféus Caymmi durante a década de, como melhor arranjador e compositor, também levou o Prêmio Imprensa em 1989, como melhor arranjo em disco por gravação feita com Marilda Santana. Nos anos 1990, passou a se dedicar mais aos trabalhos de estúdio, incluindo trilhas para cinema, TV e espetáculos de dança. Em 2000, viajou a Luanda, onde passou uma temporada criando trilhas para a TV e rádio de Angola, durante a guerra civil naquele país.

Ficha Técnica
Ataualba Meirelles (baixo)
Joilson Dias dos Santos (bateria)
Danilo Santana (piano)
André Becker (sax e flauta)


Foto Dihelson Mendonça

Dihelson Mendonça

Emprestando cores eruditas ao II Festival BNB da Música Instrumental, o pianista, arranjador e compositor Dihelson Mendonça apresenta peças de Johann Sebastian Bach e de um de seus grandes seguidores, Frédéric Chopin. Dois grandes gênios que revolucionaram a história da musica: Bach como mestre do cravo e Chopin como mestre do piano romântico. Um universo musical relido pelo talento de Dihelson Mendonça, oriundo da cidade do Crato - CE, região do Cariri, que já dividiu palcos do nomes como Hermeto Pascoal, Gilson Peranzzetta, Mauro Senise, Arismar do Espírito Santo e Toninho Horta, além de grandes instrumentistas cearenses, como Luciano Franco, Carlinhos Patriolino e Márcio Resende.

Ficha Técnica
Dihelson Mendonça (piano)


Foto Nonato Luiz

Nonato Luiz
Um dos grandes nomes do violão solo em todo o mundo, Nonato Luiz, cearense de Lavras da Mangabeira, chama atenção tanto pelo estilo próprio no instrumento, quanto  pelo esmero de seus arranjos, em que muitas vezes sugere a criação de verdadeiras novas músicas, dentro da música original, descobrindo novas possibilidades rítmicas e harmônicas  (sua versão para “Asa Branca” em tom menor, registrada no disco “Baião”, em homenagem a Humberto Teixeira, é apenas um dos exemplos dessa notável habilidade). Sem falar no talento de Nonato como compositor, referendado pela autoria músicas que já nascem clássicas, como “Baião cigano”, “Choro da madeira” e as melodias que receberam letras de diversos parceiros e ganharam registro no CD “Canções”. Nordestino e universal, Nonato já gravou de Luiz Gonzaga a Beatles, passando pelo choro e pelo melhor da música brasileira, que ele não cansa de divulgar também em suas turnês anuais pela Europa. Nonato Luiz é um estilista, com sotaque próprio, deste instrumento eternamente complexo e encantador chamado violão.

Ficha Técnica
Nonato Luiz (violão)


Foto JPsax

JPSax
Formado em 1994 por integrantes do Departamento de Música da UFPB, da Escola de Música da UFRN e da Orquestra Sinfônica da Paraíba, o JPSax tem participado de vários eventos e produziu discos como “JpSax Quarteto”, de 1998 e “Brasil: Um Século de Saxofone” (2001), em que presta homenagens a grandes saxofonistas brasileiros , como Anacleto de Medeiros, Pixinguinha, Severino Araújo, Moacir Santos, Paulo Moura e Nailor Proveta. O grupo ganhou em 2001 o Prêmio Hangar Nordeste de Música Instrumental, de Natal-RN, e  em março de 2005  foi o grupo instrumental homenageado no XV MPB SESC-PB.

Ficha Técnica
João Leite Ferreira (sax soprano)
José de Arimatéia F. Veríssimo (sax alto e clarinete)
Rivaldo de Araújo Dias (sax tenor)
Heleno Feitosa Costa Filho (sax barítono e flauta)
Xisto Medeiros de Sousa (contrabaixo)
Hélio Giovanni Medeiros da Silva (teclados)
Gledson Meira (bateria)


Foto Nélio Costa

Nélio Costa
Iniciou sua trajetória musical aos 13 anos, tocando bandolim no Clube do Chorinho. Cursando licenciatura em Música na Universidade Estadual do Ceará, tornou-se profissional, trocando o bandolim pelo baixo e integrando a Banda Officina, grupo que marcou a cena da música instrumental em Fortaleza nos anos 1980. Em 1990, mudou-se para Colônia, Alemanha, para aprimorar os estudos. Lá se graduou em Pedagogia Musical (baixo elétrico e guitarra, nas áreas de jazz e música pop, em 1996), e trabalhou com diversos grupos e estilos musicais.

Ficha Técnica
Nélio Costa (baixo e arranjos)
Lu de Souza (guitarra)
Bob Mesquita (sax)
Rômulo (trombone)
Luiz Carlos (trompete)
Denílson Lopes (bateria)


Foto Marimbanda

Marimbanda
Um dos mais aclamados grupos de música instrumental em atividade no Ceará, a Marimbanda é formada pela união de diferentes bagagens sonoras, presentes através dos experientes Luizinho Duarte (multiinstrumentista que no grupo responde pela bateria e pela maior parte das composições) e Heriberto Porto (flauta) e dos jovens Ítalo Almeida (teclado, acordeom e composições) e Miquéias dos Santos (baixo). Tendo iniciado suas atividades em 1999 e mantido um núcleo central, com diversas mudanças de contrabaixista, o grupo já alcançou conquistas como o lançamento de dois discos, a seleção para o Prêmio Visa e uma turnê patrocinada pelo Sesc, pelo estado de São Paulo.

Ficha Técnica
Ítalo Almeida (piano e acordeom)
Luizinho Duarte (bateria e percussão)
Heriberto Porto (flautas)
Miquéias dos Santos (baixo elétrico)


Foto Ítalo & Renno

Ítalo & Renno
Os jovens multiinstrumentistas cearenses Ítalo Almeida e Renno Saraiva são dois legítimos representantes da nova geração de músicos que tecem um novo painel para a arte musical do Brasil. Acordeonistas, arranjadores, intérpretes e compositores de mão cheia, ambos têm trajetórias marcadas por algumas semelhanças: o início na música antes dos 10 anos de idade, tendo o piano por anfitrião, a descoberta do acordeom, os muitos elogios recebidos de intérpretes e colegas instrumentistas, e a experiência de integrar a banda de um dos mais consagrados nomes da música brasileira, o cantor e compositor Raimundo Fagner. Enfim, o desejo de tecer um caminho próprio, privilegiando o acordeom, um dos instrumentos mais belos e completos, em todo o seu potencial.

Ficha Técnica
Ítalo Almeida (acordeom)
Renno Saraiva (acordeom)
Miquéias dos Santos (baixo)
Neo dos Santos (bateria)


Violões de Guaramiranga

Violões de Guaramiranga
O grupo surgiu em 1998, com a abertura da escola de música de Guaramiranga-CE. Trata-se de uma realização da Associação dos Amigos da arte de Guaramiranga (AGUA), em parceria com a prefeitura de Guaramiranga, a Coelce e o Instituto Ayrton Senna. Atualmente, é formado por músicos profissionais que foram ex-alunos do projeto e gravaram o CD “Violonistas Cearenses”, fruto de uma pesquisa sobre o principal repertório de grandes instrumentistas, como Marcílio Homem, Nonato Luiz e Marcos Maia.

Ficha Técnica
Glauber Nocrato (violão de 12 cordas e direção musical)
Denny Almeida e David Almeida (violões)
Marcelino Ferreira (guitarra)
Wagner Ferreira (baixo)
Glauber Souza e Vanildo Franco (percussão)


Foto Quinteto Brasiliando

Quinteto Brassiliando
Formado em agosto de 2003 a partir da escolha dos melhores alunos das bandas de música da cidade de Sousa–PB, o Quinteto Brassiliando tem como proposta a pesquisa e o estudo da música instrumental em seus mais variados gêneros (clássico, pop, regional, jazz, rock etc.), tendo como foco o resgate da música popular brasileira. O próprio nome do Quinteto traduz sua proposta de lidar com a música – “Brass” faz referência aos metais. Dessa multiplicidade de sons, com o sotaque musical bem característico da mistura brasileira, o Brassiliando preparou o repertório do show “Tocar Você”, passeando por obras de Gilberto Gil, Luís Bonfá, Pixinguinha, Baden Powell, Villa-Lobos e dos Beatles.

Ficha Técnica
Jorge Henrique e Thiago Silva (trompetes)
Jeferson (flugelhorns)
Felipe Silva (trombone tenor)
Hudson Silva (tuba ¾)
Salim (bateria)


Foto Timbral

Timbral
O Projeto Timbral foi idealizado com o objetivo de desenvolver um trabalho artístico no qual o público em geral pudesse encontrar inúmeras possibilidades musicais, abrangendo experimentações sonoras diferentes do convencional. O próprio nome do grupo sugere a riqueza de timbres e linguagens musicais universais e locais, marcantes em suas composições. Formado por alguns dos mais reconhecidos instrumentistas da cena musical de Fortaleza, o Timbral acredita que todas as ferramentas musicais podem ser aproveitadas no processo criativo das composições, improvisações e arranjos, desde que se preze pelo bom gosto e pela qualidade musical.

Ficha Técnica
Lu de Souza (guitarras e violões)
Renno Saraiva (acordeom e teclados)
Miquéias dos Santos (baixo elétrico)
Neo dos Santos (bateria)


Foto Marquinhos do Sax

Marquinhos do Sax
Marco Aurélio Gonçalves, o Marquinhos do Sax, é mais um representante da região do Cariri cearense no II Festival BNB da Música Instrumental. Natural de Petrópolis-RJ, começou precocemente a trilhar o caminho da música, iniciando-se aos oito anos de idade. Cursou Graduação em Música na Faculdade Villa-Lobos, no Rio de Janeiro, além de ter cursos de especialização em técnicas de improviso e harmonia funcional na Universidade Berklee, nos Estados Unidos. Também teve oportunidade de dividir o palco com grandes nomes da música brasileira, como Dominguinhos, Paulo Diniz e Zé Ramalho. Atualmente residindo no Cariri cearense, onde tem tocado com reconhecidos instrumentistas locais, Marquinhos trabalha o lançamento de seus novos CD e DVD, gravados ao vivo, registrando o show intitulado “Pra Você”, em que apresenta músicas de Tom Jobim e clássicos da vertente mais tradicional do jazz, que não poderiam faltar no repertório de um grande saxofonista.

Finha Técnica
Marquinhos do Sax
Ibbertson Nobre (piano elétrico)
João Neto (baixo)
Demontier Delamone (bateria)


Foto Duo Pianíssimo

Duo Pianíssimo
Também da culturalmente prolífica região do Cariri cearense vem o Duo Pianíssimo, formado pelos pianistas Tiago Callou e Rute Gino, de longa data estudantes e intérpretes da música erudita. Rute começou a estudar piano muito jovem, com a professora americana Jean Howorth. Sob a orientação da mestra Nelma Dahas Muniz, formou-se bacharel em Piano pela Universidade Estadual do Ceará e ganhou prêmio no Concurso de Piano Paurillo Barroso, promovido pela Secretaria de Cultura. Atualmente é a regente do coral do Complexo Cultural Schoenberg.

Ficha Técnica
Isaura Rute de Lima Gino (piano)
Tiago Callou de Figueiredo (piano)


Foto Luciano Magno

Luciano Magno
Natural de Paulo Afonso-BA, Luciano Magno vem de família musical e começou a tocar aos 13 anos em trios elétricos da região, tendo como referências inevitáveis os guitarristas Armandinho e Pepeu Gomes. Aos 15 anos foi estudar no Recife-PE e começou a se preparar para o curso de Engenharia Civil. Mas a arte falou mais alto e ele ingressou no Conservatório Pernambucano, e, a partir daí, seguiu na música. Em Recife, Luciano pôde ter um contato mais intenso com os ritmos populares da cultura nordestina. Tocou com nomes como Alceu Valença, Dominguinhos e Hermeto Pascoal e se apresentou em festivais europeus, ao lado de Elba Ramalho e Naná Vasconcelos, entre outros. Participou do Montreux Jazz Festival, na Suíça, de 1999 a 2001.

Ficha Técnica
Luciano Magno (guitarras e violões)
J. Fernando Barreto (baixo)
Fábio Valois (teclado)
Adeiton Pereira da Silva (bateria)


Foto Luciano Brayner

Luciano Brayner
Cantor, compositor, arranjador e instrumentista, radicado desde 2003 em Juazeiro do Norte-CE,  Luciano Brayner apresenta em seu trabalho uma multiplicidade de influências assimiladas em mais de 10 anos de atividade musical. Trafegando entre a tradição e a contemporaneidade, sua música se situa em uma zona de fronteira, um universo de conciliação entre o novo e o antigo, tão presente na efervescente cultura nordestina. Suas composições trazem esta marca: um olhar que assimila o mundo e um sentimento nordestino, brasileiro, que se intensifica e se enraíza. Sentimento encontrado nos dolentes aboios dos vaqueiros, nos toques endiabrados das gaitas e pifes dos caboclos ou na síncope afro-brasileira dos sambas, frevos e maracatus.

Ficha Técnica
Luciano Brayner (pífano)
Ibbertson Nobre (piano elétrico)
João Neto (baixo)
Saul Brito (bateria)


Foto Treminhão

Treminhão
Surgiu em 2003, em Recife, da necessidade de seus integrantes formarem um trabalho próprio que viesse unir, de forma autêntica, as várias influências musicais, que vão do erudito ao popular, vivenciadas ao longo de suas formações. O trio traz um som marcado pelo improviso jazzístico e incrementado pelos elementos da musica regional pernambucana, criando, a partir dessa leitura, uma identidade sonora que tem cativado platéias e aglutinado apreciadores. A banda sobe ao palco alimentando todas as possíveis formas de musicalidade, exprimindo a cada acorde a harmonia entre a densidade e a leveza nos movimentos de ida e vinda da sonoridade da música que transita entre o local e o universal.

Ficha Técnica
Breno Lira (guitarra e violão)
Marcos Mendes (baixo)
Ricardo Fraga (bateria)


Foto Banda Cabaçal São Sebastião

Banda Cabaçal São Sebastião
Os paraibanos da Banda Cabaçal São Sebastião, formada em 1970 por agricultores do sítio Antas, da cidade de São José das Piranhas, mostram criatividade desde a confecção de seus instrumentos, utilizando pífanos feitos de PVC e zabumbas e caixas feitos de tronco de pitombeira, amarrados por cipó e cobertos com couro de bode. Com inspiração nos benditos das tradicionais festas religiosas (novenas, trezenas, procissões e pagamentos de promessas), imitam os animais da Caatinga (como o caboré e o sabiá) e entremeiam suas músicas contando “causos” da cultura popular. Como fazem todos os anos, nas festas religiosas de São Sebastião, São José, São João Batista e em eventos culturais na Paraíba e outros estados.

Ficha Técnica
Damião Sebastião e Antônio Matos (pífanos)
José Barbosa (zabumba)
Francisco Rafael (caixa)


Foto Mister Jazz

Mister Jazz
Formada no final de 2006, a Mr. Jazz reúne alguns dos mais experientes e destacados músicos da cena instrumental de Fortaleza. Surgiu a partir do Mr. Duo, projeto que reunia o guitarrista Mimi Rocha e o saxofonista e flautista Bob Mesquita, aos quais outros nomes foram se agregando, para formar a Mr. Jazz: o baixista Nélio Costa, o vocalista e baterista Ricardo Pontes. Todos músicos que já tocaram entre si, em diversas formações e oportunidades, mas que mais recentemente vêm investindo para sedimentar essa nova formação.

Ficha Técnica 

Mimi Rocha (guitarra)
Bob Mesquita (sax e flauta)
Nélio Costa (baixo)
Ricardo Pontes (voz e bateria)


Foto Banjob

Banjob
A Banda de Música João Bosco Gadelha de Oliveira - BANJOB existe desde 2002, como resultado de um projeto de apoio às bandas de música desenvolvido pela Funarte. Sob orientação do maestro Espedito Lopes, os jovens adolescentes da Banjob, espontaneamente, resolveram aprofundar-se na música instrumental, recebendo o apoio da Prefeitura Municipal de São Francisco–PB. A BANJOB tem como proposta a pesquisa e estudo da música instrumental em seus mais variados gêneros, incluindo o tradicional dobrado, característico das bandas de música.

Ficha técnica
Espedito Lopes (regência)
José Carlos, Alex Silva, Françueldo, Jorge Henrique, 
Jéferson e Thiago Silva (trompetes)
Wêgla Gomes, George Lacerda, João Xavier e
Felipe Silva (trombones)
George Xavier e Rafael (clarinetes)
Jakson Xavier (sax alto)
Feliz (sax tenor)
Hudson Silva e Enaldo (tuba)
Francisco Rogério, Francisco Ronaldo, Hudso Gonçalo, 
Francenildo Pereira, Romero, Eduardo Martins,
Luciana e Wellington (percussão)


Foto João Nicodemos

João Nicodemos
“Descobri na viola um veículo para expressar meu sentimento de brasilidade”. Assim João Nicodemos, artista da culturalmente efervescente região do Cariri cearense, sintetiza sua musicalidade expressa por meio de uma forma peculiar de tocar a viola. Multiinstrumentista e professor, Nicodemos toca e ensina violão, cavaquinho, flauta doce, flauta transversa, rabeca, viola de dez cordas, guitarra, contrabaixo e saxofone. Como  compositor, está preparando seu CD “Viola e violeiro”. Gosta de viajar Brasil afora difundindo a cultura popular, com destaque para sua “viola inxirida”, uma viola com afinação goiano-mineira, cuja execução mescla técnicas de violão e viola, resultando numa sonoridade diferenciada.

Ficha Técnica
João Nicodemos (viola)


   
Rodapé da página.Banco do Nordeste do Brasil S.A. - Fale Conosco - fone: 0800 728 30 30 - Privacidade e Segurança - Ouvidoria